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	<title>Blog do Yporti &#187; Planeta</title>
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	<description>O Nerd com mais blogs da Internet!</description>
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		<title>KDE 4.5 e uma lição sobre estabilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Testei o KDE 4.5 recentemente e tive vários problemas, do Dolphin aos efeitos visuais que deixaram de funcionar com minha placa de vídeo Intel. Em termos de mudanças, todas que notei (fora os bugs) foram positivas, o sistema de notificações e o &#8220;painel de controle&#8221; melhoraram muito em relação ao anterior. Os bugs do KDE [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Testei o KDE 4.5 recentemente e tive vários problemas, do Dolphin aos efeitos visuais que deixaram de funcionar com minha placa de vídeo Intel. Em termos de mudanças, todas que notei (fora os bugs) foram positivas, o sistema de notificações e o &#8220;painel de controle&#8221; melhoraram muito em relação ao anterior.</p>
<p>Os bugs do KDE 4.5 me obrigaram a fazer algo que estava evitando, usar o KDE 4.4.5. Tive bugs com a séries 4.4.0 até o 4.4.4, logo o medo era em parte justificado. Sorte que não se concretizou, os bugs do Plasma diminuíram, me permitindo usá-lo sem maiores incômodos. O que isso me ensinou? Que as vezes é bom esperar o último pacote de correções antes de usar em uma máquina onde estabilidade é importante. Parece algo óbvio, mas nem sempre é.</p>
<p>A partir de agora passei a aplicar a mesma política que usava com o compilador GCC, esperar umas 2 ou 3 versões menores antes de fazer uma atualização maior (ainda uso o GCC 4.4.4, sendo o atual o 4.5.1). Isso permite que boa parte dos bugs intrínsecos ou de compilação no Gentoo sejam resolvidos, diminuindo e muito a dor de cabeça gerada pelas atualizações. E o que é melhor, fazer isso sem necessariamente tornar todo o sistema atrasado, uma das vantagens do rolling release e do Gentoo em particular.</p>
<p>Bom, ainda recomendo usar a árvore de testes (~arch) do Gentoo se você é um usuário comum, mas ao fazer isso em uma máquina de produção é vital o bom uso do packages.mask, só assim é possível conciliar um sistema recente com algum grau de estabilidade. Até mais!</p>
<p>NOTA: O KDE 4.5 não entrará na árvore oficial até o lançamento do KDEPIM 4.5 e da correção de alguns bugs importantes! Cool!</p>


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		<title>Cflags mais agressivas para o Gentoo 64 bits</title>
		<link>http://yporti.com/2010/06/cflags-mais-agressivas-para-o-gentoo-64-bits/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 06:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notei que algumas CFLAGS se comportam melhor no ambiente 64 bits e podem proporcionar, de forma geral, um desempenho maior aos pacotes compilados. As flags são -ftree-vectorize e -ftracer. A primeira permite fazer a vetorização de loops e a segunda torna as otimizações mais eficientes. Estas flags, em especial a -ftree-vectorize, possuem uma reputação ruim, [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Notei que algumas CFLAGS se comportam melhor no ambiente 64 bits e podem proporcionar, de forma geral, um desempenho maior aos pacotes compilados. As flags são <strong>-ftree-vectorize</strong> e <strong>-ftracer</strong>.</p>
<p>A primeira permite fazer a vetorização de loops e a segunda torna as otimizações mais eficientes. Estas flags, em especial a <strong>-ftree-vectorize</strong>, possuem uma reputação ruim, devido a problemas em sua implementação e seu comportamento em ambientes 32 bits, onde ainda hoje causam problemas isolados.</p>
<p>Entretanto, tudo indica que o cenário no ambiente 64 bits é mais animador, permitindo inclusive o uso delas globalmente, definindo-as no make.conf. O meu atual <a title="Gentoo Linux" href="http://gentoo.org/" target="_blank">Gentoo</a> (~amd64) utiliza estas flags mesmo em pacotes problemáticos (ex: <em>Mozilla Firefox</em>) e não apresentou nenhum problema até o momento, sendo que se fosse 32 bits, normalmente eu receberia um Segmentation Fault bem bonito <img src='http://yporti.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Com relação ao desempenho, geralmente leva a ganhos consideráveis, tendo observado algo em torno de 2% em compactadores. Possui efeito negativo em algumas aplicações, como o ffmpeg, mas no Gentoo não é problema, uma vez que nestes casos flags mais agressivas são filtradas.</p>
<p>Concluindo, se você utiliza o Gentoo 64 bits como desktop, seria bastante vantajoso ativar as flags <strong>-ftree-vectorize</strong> e <strong>-ftracer</strong> no seu make.conf, mesmo com um risco um pouco maior de encontrar bugs. Lembrando que <em>não recomendo usá-las em ambientes 32 bits ou em arquiteturas diferentes da x86</em>, por ter um histórico considerável de problemas.</p>


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		<title>Usando GCC Specs para forçar LDFLAGS no Gentoo</title>
		<link>http://yporti.com/2010/05/usando-gcc-specs-para-forcar-ldflags-no-gentoo/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 21:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O comportamento padrão do GCC pode ser alterado via Specs, que são arquivos contendo as instruções sobre quais flags usar e em que circunstâncias. Você pode olhar a spec padrão do seu GCC com o comando: # gcc -dumpspecs Após ler o artigo sobre &#8211;as-needed do Gentoo percebi que poderia usar isso para forçar o [...]

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</ul></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comportamento padrão do <strong>GCC</strong> pode ser alterado via <a title="Spec files - definição e sintaxe" href="http://gcc.gnu.org/onlinedocs/gcc-3.2.3/gcc/Spec-Files.html" target="_blank">Specs</a>, que são arquivos contendo as instruções sobre quais flags usar e em que circunstâncias. Você pode olhar a spec padrão do seu GCC com o comando:</p>
<p><code># gcc -dumpspecs</code></p>
<p>Após ler o <a title="Artigo sobre --as-needed - Gentoo Foundation" href="http://www.gentoo.org/proj/en/qa/asneeded.xml" target="_blank">artigo sobre &#8211;as-needed</a> do <a title="Gentoo Linux" href="http://gentoo.org/" target="_blank">Gentoo</a> percebi que poderia usar isso para forçar o uso de minhas LDFLAGS, umas vez que alguns pacotes não respeitam aquelas definidas no make.conf. O procedimento é bastante simples:</p>
<p><code># export SPECSFILE=$(dirname "$(gcc -print-libgcc-file-name)")/ldflags.specs<br />
# export CURRPROFILE=/etc/env.d/gcc/$(gcc-config -c)<br />
# gcc -dumpspecs | sed -e '/link:/,+1 s:--eh-frame-hdr:\0 *SUASFLAGS*:' &gt; "$SPECSFILE"<br />
# sed "${CURRPROFILE}" -e '1i\GCC_SPECS='$SPECSFILE &gt; "${CURRPROFILE}-ldflags"<br />
# gcc-config "$(basename "${CURRPROFILE}")-ldflags"<br />
# source /etc/profile<br />
</code></p>
<p>No caso, basta substituir o *SUASFLAGS* pelas suas LDFLAGS, no meu caso (que uso -O1 &#8211;as-needed &#8211;hash-style=gnu &#8211;sort-common) ficaria assim:</p>
<p><code># gcc -dumpspecs | sed -e '/link:/,+1 s:--eh-frame-hdr:\0 -O1 --as-needed --hash-style=gnu --sort-common:' &gt; "$SPECSFILE"</code></p>
<p>Esta dica deve ser usada <em>apenas por usuários avançados</em> e que sabem o que estão fazendo. Como visto no passos acima, basta usar o <em>gcc-config</em> para alternar entre os diferentes specs ou mesmo o GCC<em> vanilla</em>.</p>


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</ul></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>xCHM &#8211; Um leitor de arquivos chm para GNU/Linux</title>
		<link>http://yporti.com/2010/05/xchm-um-leitor-de-arquivos-chm-para-gnulinux/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 19:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CHM (Microsoft Compiled HTML Help) é um formato em que páginas HTML são agrupadas em um único arquivo, bastante usado em arquivos de ajuda no Windows e em alguns ebooks. Eu prefiro os PDFs ou mesmo DJVUs para os meus ebooks, mas alguns só são encontrados em formato .chm, por isso tive que encontrar uma [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="xCHM rodando no KDE 4.4" src="http://farm4.static.flickr.com/3174/4568262915_ac16b5ea13_o.jpg" alt="xCHM rodando no KDE 4.4" width="605" height="408" /></p>
<p>CHM (<em>Microsoft Compiled HTML Help</em>) é um formato em que páginas HTML são agrupadas em um único arquivo, bastante usado em arquivos de ajuda no Windows e em alguns ebooks. Eu prefiro os PDFs ou mesmo DJVUs para os meus ebooks, mas alguns só são encontrados em formato .chm, por isso tive que encontrar uma solução para ler estes arquivos no GNU/Linux. O programa eleito foi o <strong>xCHM</strong>, um leitor escrito em <em>wxGTK</em> e <em>chmlib</em>, funciona muito bem com os ebooks que testei. O Okular do KDE suporta chm e usa a mesma <em>chmlib</em>, entretanto, ele é bem mais lento e instável para lidar com estes ebooks, por isso acabei optando pelo <strong>xCHM</strong>, mesmo sendo um usuário do KDE.</p>
<p>O xCHM está disponível em praticamente todas as grandes distribuições e pode ser instalado facilmente. No <em>Gentoo Linux</em>, ele está na árvore oficial e pode ser instalado com o comando abaixo:</p>
<p><code># emerge -av xchm</code></p>
<p>Espero que a dica seja útil, pois pra mim deu um trabalho e tanto achar um leitor de chm que realmente faz o que promete.</p>
<ul>
<li><em>Site oficial:</em> <a title="Site oficial do xCHM" href="http://xchm.sourceforge.net/" target="_blank">http://xchm.sourceforge.net/</a></li>
</ul>


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		</item>
		<item>
		<title>E a Mozilla responde: engine javascript duas vezes mais rápida</title>
		<link>http://yporti.com/2010/04/e-a-mozilla-responde-engine-javascript-duas-vezes-mais-rapida/</link>
		<comments>http://yporti.com/2010/04/e-a-mozilla-responde-engine-javascript-duas-vezes-mais-rapida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 17:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje compilei o Mozilla Firefox 3.7 alpha4 para ver como estão os progressos com a engine javascript e o resultado foi bastante animador, segundo o benchmark do SunSpider, está 2x mais rápida que a versão atual 3.6. Também fiz a comparação com uma build atual do Chromium e podemos ver que o Firefox está cada [...]

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</ul></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje compilei o <strong>Mozilla Firefox 3.7 alpha4</strong> para ver como estão os progressos com a engine javascript e o resultado foi bastante animador, segundo o benchmark do SunSpider, está 2x mais rápida que a versão atual 3.6. Também fiz a comparação com uma build atual do <strong>Chromium</strong> e podemos ver que o Firefox está cada vez mais próximo do concorrente mais forte em termos de engine javascript.</p>
<ul>
<li><a href="http://dl.yporti.med.br/plain/firefox362vs37a4.txt" target="_blank" title="Comparação de desempenho javascript entre Firefox 3.6 e 3.7">Firefox 3.6.2 vs Firefox 3.7 alpha4</a></li>
<li><a href="http://dl.yporti.med.br/plain/firefox37a4vschromium5360.txt" target="_blank" title="Comparação de desempenho javascript entre Firefox 3.7 e Chromium 5.0">Firefox 3.7 alpha4 vs Chromium 5.0.360.0</a></li>
</ul>


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</ul></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Benchmark javascript entre Chromium e Firefox</title>
		<link>http://yporti.com/2010/02/benchmark-javascript-entre-chromium-e-firefox/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 19:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Visitando a página do Mozilla Firefox vi que eles usavam o SunSpider para mostrar a evolução no desempenho da engine javascript, o tracemonkey. Eu nunca tinha usado esse mecanismo de fato, mas achei interessante fazer uma comparação entre os dois principais navegadores que uso aqui: Firefox 3.6 e Chromium 5. O resultado foi uma derrota [...]

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</ul></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Visitando a página do Mozilla Firefox vi que eles usavam o SunSpider para mostrar a evolução no desempenho da engine javascript, o tracemonkey. Eu nunca tinha usado esse mecanismo de fato, mas achei interessante fazer uma comparação entre os dois principais navegadores que uso aqui: <a title="Mozilla Firefox" href="http://www.mozilla.com/en-US/firefox/firefox.html" target="_blank">Firefox 3.6</a> e <a title="Chromium Dev" href="http://dev.chromium.org/Home" target="_blank">Chromium 5</a>.</p>
<p>O resultado foi uma derrota impressionante do Firefox, o Chromium foi mais de 4x mais rápido no teste, o que mostra o belo trabalho feito pelos desenvolvedores. O Firefox com certeza tem melhorado seus tempos devido a concorrência com o Chrome, mas acho que precisam fazer mais, uma vez que ter mais e melhores extensões não vai mantê-lo no trono por muito tempo.</p>
<p>Pode ver o resultado completo e com detalhes sobre o sistema usado em:<br />
<a title="Resultados no benchmark entre Firefox e Chromium" href="http://dl.yporti.med.br/plain/sunspider_benchmark_20100207.txt" target="_blank"> http://dl.yporti.med.br/plain/sunspider_benchmark_20100207.txt</a></p>


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</ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Meu novo ambiente gráfico padrão: KDE 4.4</title>
		<link>http://yporti.com/2010/02/meu-novo-ambiente-grafico-padrao-kde-4-4/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 17:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de muito tempo usando GNOME e de me decepcionar com o rumo tomado pelo projeto, decidi migrar definitivamente para o KDE 4. Sempre preferi usar o GNOME devido a simplicidade e velocidade, mas isso foi aos poucos se perdendo, principalmente por causa do GNOME 3. O Gnome Shell muda radicalmente a experiência do usuário [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muito tempo usando <a title="GNOME" href="http://gnome.org/" target="_blank">GNOME</a> e de me decepcionar com o rumo tomado pelo projeto, decidi migrar definitivamente para o <a title="KDE" href="http://kde.org/" target="_blank">KDE 4</a>. Sempre preferi usar o GNOME devido a simplicidade e velocidade, mas isso foi aos poucos se perdendo, principalmente por causa do GNOME 3. O Gnome Shell muda radicalmente a experiência do usuário (a antiga sempre foi ótima) e acrescenta requerimentos de hardware incompatíveis com as vantagens (?) que proporciona. O fato de usar composite por padrão sem possibilidade de desativar e o alto consumo de RAM pelo Mutter me fez tomar a decisão de mudar de ambiente gráfico.</p>
<p>Inicialmente pensei no <a title="XFCE" href="http://xfce.org/" target="_blank">XFCE</a>, mas ele ainda é muito dependente do GNOME, faltam muitos aplicativos e não possui uma integração muito boa. Os window managers mais simples foram considerados, mas como preciso de algo prático pra uso diário, com facilidades como montagem automática e coisas que esses gerenciadores não podem oferecer, a alternativa final foi o KDE 4.</p>
<p>O KDE não passa a impressão dos outros ambientes de ser um amontoado de coisas reunidas com um nome, ele realmente é integrado. Os efeitos gráficos são bem interessantes e, ao contrário do GNOME 3, podem ser desativados. O sistema de notificações e de gerenciamento de energia são muito legais, sendo que o último permite o uso de vários perfis (editáveis) diferentes.</p>
<p>Usei todas as versões do KDE 4 desde o 4.0 e sempre achei ele um tanto pesado, principalmente em termos de consumo de memória. Recentemente comprei um laptop mais potente, com processador de 2 núcleos e 2 GB de memória RAM, então o problema foi virtualmente minimizado. Descobri também que ativando a engine Raster no QT deixa os aplicativos KDE bem mais responsivos, isso ficou mais evidente no Dolphin.</p>
<p>Sobre o consumo de memória, até que não está ruim. O cold start do KDE 4.4 RC3, com Nepomuk/Srigi desativados, é de 200 Mb ± 4Mb. Se deseja utilizar o Nepomuk/Strigi, então adicione mais uns 100 Mb + algum tempo indexando. Quanto a bugs, no geral está bastante estável, alguns problemas no Nepomuk ainda persistem, mas devem ser corrigidos na versão final.</p>
<p>Pra quem usa <a title="Site da distribuição Gentoo" href="http://gentoo.org/" target="_blank">Gentoo</a>, recomendo que ativem as USE flags <em>&#8220;raster&#8221;</em> e <em>&#8220;semantic-desktop&#8221;</em>, a primeira permite ativar a engine gráfica Raster no pacote <em>qt-gui</em> e a segunda ativa o suporte ao Nepomuk/Strigi, que pode ser desativado no &#8220;System Settings&#8221; sem maiores prejuízos e sem ter que abrir mão de certos pacotes que requisitam esta USE flag, como o KMail.</p>
<p>Enfim, achei o KDE 4.4 um excelente ambiente gráfico e recomendo fortemente para máquinas com 1 GB ou mais de memória.</p>
<p><strong>Veja também:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Novidades do KDE 4.4" href="http://kde.org/announcements/4.4/" target="_blank">Novidades do KDE 4.4</a></li>
</ul>


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		</item>
		<item>
		<title>Impressões iniciais sobre o Pbzip2</title>
		<link>http://yporti.com/2009/12/impressoes-iniciais-sobre-o-pbzip2/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 13:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pbzip2]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje descobri que existe um bzip2 para processadores com vários núcleos, o pbzip2. É um projeto independente do bzip2 e que depende deste para compilar e executar, mas que possui um desempenho assustadoramente maior. Em testes simples de compactação e descompactação, encontrei os seguintes números: Comando Tempo de execução pbzip2 glibc-2.11.tar 0m15.246s pbunzip2 glibc-2.11.tar.bz2 0m3.391s [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje descobri que existe um bzip2 para processadores com vários núcleos, o pbzip2. É um projeto independente do bzip2 e que depende deste para compilar e executar, mas que possui um desempenho assustadoramente maior. Em testes simples de compactação e descompactação, encontrei os seguintes números:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Comando</th>
<th>Tempo de execução</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>pbzip2 glibc-2.11.tar</td>
<td>0m15.246s</td>
</tr>
<tr>
<td>pbunzip2 glibc-2.11.tar.bz2</td>
<td>0m3.391s</td>
</tr>
<tr>
<td>bzip2 glibc-2.11.tar</td>
<td>0m25.155s</td>
</tr>
<tr>
<td>bunzip2 glibc-2.11.tar.bz2</td>
<td>0m5.592s</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A máquina do teste era um <strong>Lenovo G530 Pentium Dual Core T3400 (2.16Ghz) com 2Gb de RAM</strong> rodando <a href="http://gentoo.org/" target="_blank">Gentoo ~amd64</a>. Fiz vários testes além destes e os resultados foram muito parecidos. <em>Resumindo, o bzip2 levou cerca de <strong>60%</strong> mais tempo para concluir a operação requisitada</em>, um ganho bem apreciável. Segundo o site do pbzip2 e benchmarks independentes, a vantagem só tende a aumentar conforme aumenta o número de núcleos, que no meu caso são apenas 2.</p>
<p>Você pode instalar o pbzip2 facilmente no seu Gentoo com:</p>
<p><code># emerge -av pbzip2</code></p>
<p>Atenção à USE flag symlink, que permite criar symlinks do pbzip2 para o bzip2, fazendo com que ele se torne padrão para os usuários do sistema (exceto o root). Eu decidi substituir definitivamente o bzip2 do meu Gentoo e por isso fiz 2 ebuilds especiais para isso e em breve disponibilizarei no meu overlay pessoal. Entretanto, vale lembrar que ele pode vir a apresentar bugs, no caso dos usuários comuns, não há grandes riscos, mas sugiro cuidado a quem deseja, assim como eu, substituir o bzip2 original globalmente.</p>


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		</item>
		<item>
		<title>Ativando suavização de fontes no Gentoo e Debian</title>
		<link>http://yporti.com/2009/08/ativando-suavizacao-de-fontes-no-gentoo-e-debian/</link>
		<comments>http://yporti.com/2009/08/ativando-suavizacao-de-fontes-no-gentoo-e-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 23:36:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Gentoo]]></category>

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		<description><![CDATA[Diferentemente das distribuições voltadas ao usuário final, Gentoo e Debian não vem com configurações de fontes otimizadas para LCDs. É possível melhorar consideravelmente a legibilidade das fontes apenas configurando o fontconfig. Gentoo Use o eselect para ativar as configurações específicas, que são: 10-autohint.conf10-sub-pixel-rgb.conf70-no-bitmaps.conf Para ativar os ajustes, basta usar o eselect fontconfig, cuja sintaxe é: # eselect fontconfig enable [...]

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Diferentemente das distribuições voltadas ao usuário final, <a href="http://gentoo.org/" title="Site oficial do Gentoo" target="_blank">Gentoo</a> e <a href="http://debian.org/" title="Site oficial do Debian" target="_blank">Debian</a> não vem com configurações de fontes<strong> </strong>otimizadas para LCDs. É possível melhorar consideravelmente a legibilidade das fontes apenas configurando o fontconfig.</p>
<p><strong>Gentoo</strong></p>
<p>Use o eselect para ativar as configurações específicas, que são:</p>
<p><code>10-autohint.conf<br />10-sub-pixel-rgb.conf<br />70-no-bitmaps.conf</code></p>
<p>Para ativar os ajustes, basta usar o eselect fontconfig, cuja sintaxe é:</p>
<p><code># eselect fontconfig enable #id</code></p>
<p>Para descobrir o #id, basta usar:</p>
<p><code># eselect fontconfig list</code></p>
<p>No meu caso, as #ids são 1, 4 e 24. Logo, para meu sistema, devo executar os seguintes comandos:</p>
<p><code># eselect fontconfig enable 1<br /># eselect fontconfig enable 4<br /># eselect fontconfig enable 24</code></p>
<p><strong>Dica extra para o Gentoo</strong></p>
<p>Se usa aplicativos que usam o cairo, é interessante ativar a USE flag “cleartype”, que aplica um patch ao Cairo para melhorar a aparência das fontes. Lembre-se, obviamente, de recompilar o cairo após ativar a USE no make.conf.</p>
<p><strong>Debian</strong></p>
<p>No Debian é até mais simples, basta usar o dpkg-reconfigure:</p>
<p><code># dpkg-reconfigure fontconfig-config</code></p>
<p>Na configuração, selecione <em>“Autohinter”</em>, <em>“Sempre”</em> e <em>“Não”</em> para as perguntas. Tanto no Debian quanto no Gentoo, <em>é preciso efetuar logoff para que as mudanças façam efeito na renderização das </em><em>fontes</em>.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Não posso garantir que a configuração seja melhor em 100% dos casos para todos os usuários, mas desde que descobri isso, nunca deixei de usar a suavização de fontes, que tornou as fontes bem mais legíveis e bonitas.</p>


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